A indústria portuguesa de videojogos tem assistido a um crescimento constante ao longo dos anos, e a prova é que tem sido um mercado que está a atrair a atenção de multinacionais que querem fixar os seus negócios no nosso país.
O mais recente estudo do Statista Market Insights, tem projetada uma receita de 365 milhões de euros em 2023 para o consumo nacional. Já os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que o volume de negócios de 2021 para as empresas que têm como atividade principal a produção de videojogos é de mais 23 milhões num universo de cerca de 80 empresas. No entanto, dados recentes do Statista revelam um mercado francamente maior em termos de negócio apontando para uma receita de 365 milhões de euros até ao final de 2023.
“Tendo em conta a solidez do mercado global de videojogos, a grande prioridade da Associação é criar um ecossistema robusto que fomente o desenvolvimento de startups, pequenas e médias empresas e atrair multinacionais que pretendam estabelecer os seus escritórios em Portugal, pois, neste momento, a indústria, apesar de pequena, é bastante heterogénea”, diz Jeferson Valadares, presidente da APVP.
O responsável sublinha ainda que Portugal se tem destacado como um excelente hub para a indústria de videojogos, “com um talento abundante, em grande expansão e com um valor de mercado promissor”.
“Em Portugal, ainda não existem apoios públicos específicos de natureza fiscal ou financeira para o setor dos videojogos. Enquanto os benefícios fiscais, como o SIFIDE, podem auxiliar na investigação e desenvolvimento para a indústria de videojogos, é fundamental implementar mais medidas de suporte para fomentar a criação de videojogos como produção cultural. Observamos que outros estados-membros da União Europeia oferecem incentivos como tax-credits ou subsídios para os produtores de videojogos, algo que consideramos importante para o setor em Portugal, pois a carga fiscal atual impede estúdios de maior dimensão de contratar profissionais mais seniores, reduzindo a competitividade das empresas”, explica Jeferson Valadares.
Para além disso, sublinha a importância da criação de programas estatais, como grants, para jovens criadores que iniciam as suas empresas, tem sido implementada com resultados promissores em outros países da UE.
Fonte: Executive Digest – SAPO
Mérito de Reportagem: André Manuel Mendes
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