Os imigrantes residem sobretudo no litoral, sendo que cerca de 65% estão registados nos distritos de Lisboa, Faro e Setúbal, totalizando 512.141 cidadãos residentes, enquanto em 2021 eram 466.779.
A população estrangeira residente em Portugal aumentou em 2022 pelo
sétimo ano consecutivo, totalizando 781.915 cidadãos, mantendo-se a comunidade
brasileira como a mais representativa e a que mais cresceu, revelou hoje o SEF.
“Em 2022
verificou-se pelo sétimo ano consecutivo, um acréscimo da população estrangeira
residente, com um aumento de 11,9% face a 2021, totalizando 781.915 cidadãos
estrangeiros titulares de autorização de residência”, refere o Relatório de
Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA), a que agência Lusa teve acesso por
ocasião do aniversário do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
Segundo o SEF, os brasileiros mantêm-se como a principal
comunidade estrangeira residente no país, representando no ano passado 30,7% do
total, e foi também a comunidade oriunda do Brasil a que mais cresceu em 2022
(17,1%) face a 2021, ao totalizarem 239.744.
O RIFA precisa que o Reino Unido mantém a posição em relação a
2021 com um crescimento de 5,8%, sendo a segunda nacionalidade estrangeira mais
representativa em Portugal.
“O
crescimento sustentado dos cidadãos estrangeiros, oriundos dos países da União
Europeia, confirmam o particular impacto dos fatores de atratividade já
apontados em anos anteriores, como a perceção de Portugal como país seguro, bem
como as vantagens fiscais decorrentes do regime para o residente não habitual”,
precisa o relatório, que destaca os imigrantes oriundos de Angola, que sobem
três posições ocupando agora o sexto lugar com uma subida de 23,1%, e da Índia,
que é agora a quarta comunidade mais representativa.
A Roménia e China saíram do grupo das dez nacionalidades mais
representativas em Portugal.
No final de 2022, viviam em Portugal 239.744 brasileiros,
seguido dos cidadãos do Reino Unido (45.218), de Cabo Verde (36.748), Índia
(35.416), Itália (34.039), Angola (31.761), França (27.512), Ucrânia (25.445),
Nepal (23.839) e Guiné-Bissau (23.737).
O SEF dá
também conta que Portugal, foi em 2022, o país de destino de 44.519 cidadãos
ucranianos fugidos da guerra e a quem o Estado português concedeu proteção
temporária.
Os imigrantes residem sobretudo no litoral, sendo que cerca de
65% estão registados nos distritos de Lisboa, Faro e Setúbal, totalizando
512.141 cidadãos residentes, enquanto em 2021 eram 466.779.
O relatório realça os aumentos para os distritos de Bragança,
que vinha a descer desde 2020 e, Viana do Castelo, precisando que sete dos dez
concelhos com maior número de cidadãos estrangeiros registados pertencem à área
metropolitana de Lisboa.
No que diz
respeito ao fluxo migratório, o SEF avança que se quebrou a tendência de descida,
que ocorria desde 2020, com 143.081 novos títulos emitidos, representando um
aumento de 28,5% face ano anterior, quando foram atribuídos 111.311 novos
títulos.
Também a maior parte dos novos títulos foram atribuídos a
brasileiros (43.313), seguindo-se os indianos (7.414) e Itália (6.977), Angola
(6.939) e Bangladesh (6.153).
“Os motivos mais relevantes na concessão de novos títulos de
residência foram a atividade profissional (51.525) e o reagrupamento familiar
(27.054)”, lê-se no RIFA.
Fonte: Expresso / Sociedade
https://expresso.pt/sociedade/2023-06-23-Quase-800-mil-estrangeiros-vivem-em-Portugal-e-30-sao-brasileiros-5eea2315
Mérito da Reportagem: Ueslei Marcelino/Reuters
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