Nota da O Apoio
São tantas as previsões de crescimento para Portugal que precisamos estar atentos a cada estudo divulgado.
Os movimentos macroeconômicos são tão dinâmicos que ora apostamos que TI é o carro chefe do país, ora as Engenharias para os imensos projetos de Infraestrutura tomam imensa evidência, ora temos certeza que o o setor de energias renováveis está na frente, como cita essa reportagem... e por aí vai.
Mas isso nada tem a ver com informações desencontradas, muito pelo contrário, demonstra o dinamismo de um país em franco crescimento.
Estável, politica e economicamente, bem localizado, bem relacionado, com projetos muito bem definidos, com absoluta certeza... Portugal, atualmente, é um dos melhores países do mundo para se estabelecer.
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Sete em cada dez
empresas portuguesas têm perspectivas de crescimento para 2023, revela o
relatório “2023: o que vai mudar na gestão de pessoas”, desenvolvido pela Neves
de Almeida HR Consulting e pelo ISCTE Junior Consulting. A acompanhar estas
perspectivas de crescimento está também a necessidade de reforçar a equipa, com
a maioria das empresas a prever aumentar (44%) ou igualar (37%) a aposta no
recrutamento face a 2022.
Neste critério, apenas uma minoria pretende diminuir o
recrutamento (19%). Em 2023, será o sector da Energia o que mais apostará no
recrutamento, seguindo-se o Turismo e o sector das Tecnologias, Media &
Telecomunicações (TMT).
O estudo, que inquiriu 200 CEO e directores de Recursos Humanos
de empresas de sectores e dimensões diferentes a nível nacional, para antecipar
como será a gestão de pessoas em 2023, revela que os objectivos de crescimento,
de acordo com o estudo, são transversais a todos os sectores analisados e a
dimensão da organização não parece impactar estas perspectivas.
Entre os sectores mais optimistas, destaque para o dos
Transportes e Infraestruturas, cuja totalidade dos inquiridos antecipa o ano de
2023 com um forte crescimento (100%), seguido pelos sectores da Energia (86%),
e da Saúde e Farmacêutico (83%). Por outro lado, os sectores da Indústria,
Retalho e Turismo, esperam manter, ou mesmo reduzir, o seu negócio em 2023.
Neste estudo participaram cerca de 200 empresas de áreas como
Serviços, Retalho, Transportes e Infraestruturas, Financeira, Energia, Saúde e
Farmacêutica, Turismo e TMT que, no seu conjunto, empregam mais de 200 mil
colaboradores.
O relatório revela que, no que diz respeito à aposta no talento,
as necessidades e objectivos são diferentes. As pequenas empresas estão mais
focadas na Atracção de Talento, as médias na Retenção. Entre as Grandes
Companhias, há também diferenças: as que têm menos de 1000 colaboradores
focam-se mais no Engagement e, as com mais de 1000 colaboradores, à semelhança
das médias, dão mais ênfase à Retenção de Talento.
Em 2023, as áreas de IT, RH, Marketing, Comercial e Financeira
serão as áreas prioritárias de recrutamento. Relativamente ao nível da
carreira, aquele que terá menos procura será o Top Management.
Em 2023, e tendo em conta os desafios esperados para este ano, a
maioria das empresas pretende reforçar a formação em liderança e as estratégias
que promovam uma cultura de feedback dentro da organização. Entre as principais
apostas, surgem ainda o reforço de iniciativas de promoção de employer
branding, a promoção de engagement e a aposta no desenvolvimento de políticas
de bem-estar.
Neste ranking de apostas das empresas para 2023, as prioridades
são semelhantes, independentemente do sector, dimensão da empresa e cargo.
Relativamente ao sector de actividade, as apostas diferem
principalmente na ordem prioritária atribuída a cada uma destas apostas. Para a
Indústria, Serviços e Retalho, a prioridade para este ano está centrada na
formação de liderança; já nas empresas de Tecnologia, Media e Telecomunicações,
o foco estará em iniciativas de promoção de engagement.
Por outro lado, o sector Financeiro, identifica que há uma maior
necessidade de reforçar a cultura de feedback; e no sector da Saúde e
Farmacêutico, a aposta recairá em iniciativas de promoção de employer branding.
Os inquiridos consideraram como principais desafios para 2023 a
Retenção de Talento (25%) e o Engagement (22%), seguindo-se a Atracção de
Talento, a Liderança e a Cultura Organizacional. O estudo revela que há um
alinhamento cada vez maior entre as prioridades dos CEO e dos directores de
Recursos Humanos.
Os desafios da Retenção de Talento e do Engagement surgem com o
mesmo peso, independentemente do cargo. Por outro lado, é de notar alguma
diferença na valorização dada à Liderança, que é significativamente mais
valorizada pelos DRH. Os CEO apresentam uma valorização acrescida do desafio da
Retenção, representando 1/3 das opiniões recolhidas neste segmento.
Fonte: Human Resources – SAPO
Mérito de Reportagem: Margarida Lopes

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