O Brasil
continua a ser um destino que desperta um grande interesse nas empresas
portuguesas, que estão presentes nos mais diversos sectores. Criar novas
possibilidades de parcerias é, por isso, um dos objectivos da sinergia entre a
Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) e a Universidade do Algarve,
no âmbito do projecto RESTART, que conta ainda com a participação da Câmara
Municipal de Faro.
A ideia é poder colocar o Algarve no radar
dos empresários brasileiros, assim como intensificar as pontes que facilitam a
vida aos empresários portugueses que queiram investir naquele mercado.
A
ANJE tem, juntamente com a Universidade do Algarve, reforçado, através de
várias iniciativas, a rede de incubação na região. O objectivo tem sido, desde
o início, acelerar empresas incubadas e dar novas ferramentas aos empresários.
Os empresários da região passaram a contar
com um reforço no conjunto de competências e apoios específicos, com oferta de
espaços de incubação flexíveis e com custos controlados, acesso a mentores e
investidores, ligação a várias entidades, promoção entre empresas e mercado. O
maior objectivo tem sido criar, das mais variadas formas, condições para um
ambiente mais favorável e estimulante para a aprendizagem e empreendedorismo.
Em relação a este reforço da aposta no
Brasil, Hugo Barros, coordenador do CRIA, da Universidade do Algarve, destaca
que «a divisão de empreendedorismo e transferência de tecnologia da
universidade do Algarve, o CRIA, tem vindo a assumir como missão o apoio ao
empreendedorismo e à inovação, e a promoção de uma efectiva interacção entre a
universidade e sector empresarial, facilitando a sua transferência para o mercado.
Valorizar o conhecimento produzido na academia e dinamizar as relações
empresariais resultantes, é uma prioridade. Estas novas pontes são, por isso,
fundamentais.»
Também Rogério Bacalhau, presidente da
Câmara Municipal de Faro, sublinha a importância deste tipo de parcerias: «O
compromisso é, desde sempre, destacar o Algarve como uma região cada vez mais
competitiva e empreendedora. É imperativo continuar a apostar nestes laços
porque são eles que permitem aos empreendedores de ambos os lados do Atlântico
tomar contacto com a realidade uns dos outros e, também, encontrar
oportunidades que por vezes escasseiam nos mercados internos.»
Fonte: Human Resources – SAPO
Mérito de Reportagem: Margarida Lopes
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