Nota da
O Apoio
Portugal foi seriamente abalado pela crise de 2010-2014, o que fez crescer a tendência histórica do êxodo do jovem português para outros países da comunidade europeia e EUA, tornando grande parte da população residente bastante envelhecida.
Hoje vive um recomeço estrutural, para tanto, vem atraindo Empresas Internacionais a investirem no país, mas falta muita mão de obra qualificada para atender a demanda.
Com esta problemática, as soluções debatidas pelo governo, para atrair estrangeiros, é desburocratizar os processos de vistos e facilitar o acesso à Universidades para atrair e reter talentos.
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O parlamento debate hoje um projeto-lei do PSD
que pretende criar um programa nacional para atrair imigração qualificada e uma
Agência para as Migrações, de forma a contrariar o "definhamento
demográfico" em Portugal.
A iniciativa estará no centro do
debate fixado pelo PSD, e que concretiza duas intenções expressas na moção de
estratégia com que Luís Montenegro se candidatou e venceu a presidência do
partido.
No
final da primeira reunião do movimento Acreditar, que decorreu na segunda-feira
em Coimbra e teve por tema precisamente a demografia, Luís Montenegro defendeu
que este tema “não pode aguardar mais pelas respostas do poder político”, e
que, a par da remoção dos obstáculos ao aumento da natalidade e da criação de
mais valor pela economia, a atração de imigrantes é essencial para,
“nas próximas décadas, compensar o definhamento demográfico”.
“Implica
que saibamos quais são os perfis de recurso humanos de que necessitamos e que
as nossas universidades possam acolher melhor estudantes estrangeiros”,
exemplificou.
No
diploma que será debatido hoje, os sociais-democratas apontam o ‘inverno
demográfico’ como “a principal ameaça ao futuro de Portugal”, salientando que
na última década Portugal perdeu 196 mil residentes e em 2021 “o saldo
natural foi o pior desde que há registos”.
Alertando
para o “efeito dramático” destes números no “modelo de desenvolvimento, na
sustentabilidade das contas públicas e, em especial, na sustentabilidade da
segurança social”, o PSD conclui que, “no curto e médio prazo, a única forma de
estancar a crise demográfica é através da imigração”
“As
políticas de remoção dos obstáculos à natalidade desejada são indispensáveis,
mas demoram gerações a produzir efeitos e são de resultado muito incerto. A imigração
tem efeito imediato (…) É, por isso, largamente desprovido de sentido um
debate estruturalmente contrário à imigração; ela é indispensável à nossa
sobrevivência coletiva”, defendem os sociais-democratas.
No diploma, o
PSD considera que devem ser adotadas “políticas migratórias sofisticadas que
permitam a atração do talento empreendedor, de nómadas digitais, dos
novos tipos de migrantes e a avaliação das qualificações” para que o país possa
ganhar uma “corrida pelo talento” que está a ser disputada por vários países.
O PSD considera “incompreensível
que o Estado não possua uma política adequada para lidar com uma situação de
verdadeira emergência nacional” e que “não se dote de serviços públicos ágeis e
competentes” neste setor, mantendo “a indefinição institucional que, por
exemplo, tem ocorrido no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras”.
Por
isso, defendem, deve ser criada, como chegou a estar previsto, uma Agência
Portuguesa para as Migrações e Asilo (extinguindo o Alto Comissariado para as
Migrações).
“É
também fundamental, em articulação com a academia e a iniciativa privada,
identificar as necessidades do país e conceber e implementar um conjunto de
ações de atração, acolhimento e integração de imigrantes e talento com origem
no estrangeiro ou no retorno de portugueses do estrangeiro. Essas ações deverão
ser planeadas estrategicamente num Programa Nacional, a rever periodicamente, e
cuja preparação e implementação caberá à nova Agência Portuguesa para as
Migrações”, refere-se no projeto-lei.
Este
Programa Nacional de Atração, Acolhimento e Integração de Imigrantes, com um
horizonte de quatro anos, seria elaborado por esta nova agência pública e
apresentado pelo Governo ao parlamento, devendo ser objeto de um relatório
anual a discutir na Assembleia da República.
Entre as competências da Agência
Portuguesa para as Migrações, que teria sede em Lisboa mas poderia abrir
dependências “junto das embaixadas ou consulados de Portugal no estrangeiro”,
contam-se a promoção da imagem internacional de Portugal e do acolhimento dos
imigrantes e seus descendentes.
Segundo
o projeto-lei do PSD, esta agência teria também entre as suas muitas
atribuições o desenvolvimento uma política de atração de jovens estudantes para
as universidades portuguesas e sua retenção, bem como a regularização da
entrada e permanência de cidadãos estrangeiros em território nacional, os
pareceres sobre os pedidos de vistos, de asilo e de instalação de refugiados e
o combate a “todas as formas de discriminação em função da cor, nacionalidade,
origem étnica ou religião”.
Fonte: Sapo / Atualidades
https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/parlamento-debate-hoje-projeto-do-psd-para-criar-programa-de-atracao-de-imigrantes
Mérito da Reportagem: MdreMedia / Lusa

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